segunda-feira, 9 de maio de 2011

Museu Imaginário

   Depois de pensar, escrever, repensar e reescrever optei por montar meu museu imaginário dentro do que apesar de ser imagiário para mim vem ser o meu real.
   Então relatarei certas situações que ficaram gravadas em meu cérebro e foi  através delas que comecei a muitos  sonhos realizar e os que não realizei ainda hoje busco suas realizações e os que não conseguir servirão para amadurecimento e evolução pessoal.
   Uma cena que carrego hoje é a lembrança da minha primeira professora e através dela iniciou  sonho de ser professora, mas a imagem que ficou gravada é aquela que o professor mandava e os alunos obedeciam, sabemos que ostempos sao outros, o professor nao é mais o centro do conhecimento. Essa imagem do professor  ser o dono do saber e da situação está só gravada em mim fazendo parte somente  do meu museu.
    Outra cena que faz parte do meu museu é aquilo que toda adolescente da época que vivi minha adolescência sonhava, com um príncipe encantado com um casamento de contos de fadas onde tudo é perfeito.
   Não que não tenha casado, casei na igreja com tudo que uma noiva tenha direito, mas o sonho do príncipe ficou só no meu museu imágináro  pois na realidde a vida a dois é totalmente diferente.
   Mais um sonho, mais uma cena do meu museu, o de ser mãe, foi lindo o nascimento de minhas filhas mas também uma tarefa árdua, mesmo hoje crescidas a minha missão não acabou pois preciso estar atendas, não só eu mas todas mães, temos para o resto de nossas vidas  ouví-las, orentá-las e entender as atitudes de cada uma,uma  tarefa toalmente  diferente do sonho de dar  luz ao um filho.
   A cena que vou relatar a seguir ainda não vivencie, este só faz parte o meu museu imaginário que é o sonho de me formar, nesta cena  me vejo de toga, recebendo o diploma, mas estas imagens estão somente  em minha memória como se fosse um filme que olhei.
   Todas essas cenas vividas ou penas imaginadas fizeram e fazem com que eu reveja meus conceitos, não que tenham deixados de fazer parte de mim, mas como são imginários e pertencem somente a mim tenho como preservar  elas na sua integra, ou seja na forma que imaginei.